segunda-feira, 19 de junho de 2017

Ilações de uma catástrofe (II)

Se é verdade que nos identificamos naquele abraço, de olhos embargados, de Marcelo à chegada ao local do comando de operações, não é menos verdade que foi penoso o exercício precipitado e infantil em que se lançou de afastamento de culpas de tudo e de todos. Não era ainda o momento. Nem para assacar culpas, nem para as ilibar. Foi triste e infantil. Num momento grave e sério como este, é inaceitável.

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