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terça-feira, 3 de julho de 2018

Bela lição


Pode não parecer nada de especial. Mas olhem que é. Isto dos japoneses saírem do estádio, depois de um jogo dos oitavos de final de um mundial (em que foram eliminados no último segundo), deixando o balneário irrepreensivelmente limpo com um bilhete a agradecer, é notável.
Não é só porque objectivamente é bonito e fica bem. Não é só porque percebemos que é genuíno e natural (não se trata de um «número» isolado para a fotografia). E não é só porque contrasta com o comportamento dominante (que nem eles nem eu pretendo criticar).
O que aprecio mais é a oportunidade que os japoneses não perderam. A oportunidade de, estando perante uma audiência global, darem o exemplo, interpelarem, influenciarem.
A verdade é que ficámos todos a pensar como deveria ser sempre assim. Como deveríamos nós, adeptos, recolher os nossos próprios despojos antes de abandonarmos um estádio (e quem diz um estádio diz qualquer local público que tanto pode ser uma praia, um parque ou um recinto de concertos). Como deveríamos nós, desportistas (amadores ou profissionais, importantes ou não), cuidar dos espaços que frequentamos. Como, independentemente da fortuna de uma disputa, deveríamos sempre agradecer quem nos acolhe. E sempre com absoluta naturalidade.
Educação (pelo exemplo) é isto. E que bom que os japoneses não desperdiçaram a oportunidade de nos darem esta bela lição.


#Saladeestar
#Saladejogos

terça-feira, 12 de junho de 2018

Nunca pensei que demorasse tanto


Enganei-me completamente. Eu achava que ao fim de um ano não haveria um jogador de qualidade que quisesse ir para o Sporting (e quem diz um jogador diz um treinador). Os termos de qualquer negociação, a relação avessa com a verdade e a previsibilidade, a quase irracionalidade, haveriam de ditar o fim de Bruno de Carvalho. Sempre esteve à vista de todos. O calvário dos preços absurdos, as cláusulas gulosas anti rivais, as condições remuneratórias chico-espertas. Tudo (e tanto mais) manifestações que nunca foram expressão de genialidade e de boa gestão. A qualquer renovação, transferência ou empréstimo, estavam invariavelmente associados episódios caricatos e absurdos.



O que é paradoxal é que se é verdade que são essas características de Bruno de Carvalho que ditam a desgraça do momento do Sporting, é também verdade que foram essas características que ditaram a aparente glória financeira que todos ressalvam e lhe louvam.


Ao contrário do que pensavam (e porventura muitos ainda contemporizarão) Bruno de Carvalho nunca foi bom para o Sporting. A irracionalidade, a chico-espertice e a loucura até podem resultar transitoriamente. Mas acabam sempre mal. O método foi sempre mau.


Eu achava que seria um processo natural e não muito demorado – antecipei que bem cedo Bruno de Carvalho estaria exposto. Enganei-me.


Demorou mais o tempo em que os jogadores iam para o Sporting apesar do clube ser presidido por Bruno de Carvalho. E chegou mais tarde o tempo em que os jogadores já não querem o clube presidido por Bruno de Carvalho apesar de ser o Sporting.

#Saladejogos

segunda-feira, 14 de maio de 2018

A festa (IV)

19 anos. É inacreditável a última vez naquela varanda ter sido há 19 anos. Inacreditável.

A festa (III)


- E hoje onde foste?
- Fui a uma festa com os meus filhos.
- Não percebi. Foste a uma festa com os teus filhos ou foste fazer uma festa com os teus filhos?
- Isso.
- Isso o quê?
- Fui a uma festa com os meus filhos e fiz uma festa com os meus filhos.

A festa (II)


Pode ser uma mega produção, com palcos, ecrãs, colunas e muita sofisticação.
Mas a militância é que interessa.
E não há varanda como a nossa.

A festa (I)

A avenida dos Aliados é linda.

terça-feira, 8 de maio de 2018

E somos

1. Soa quase a capricho mas eu preferia festejar a conquista matemática do título ao som de um golo nosso. Eu preferia que o momento matemático não tivesse sido no sofá ...
2. Eu não domino as estatísticas todas mas tenho ideia do essencial. Passámos o campeonato quase todo na liderança, fomos mais competentes nos jogos com os rivais directos, marcámos mais golos e sofremos menos. E não soçobrámos na recta final. Foi justo.
3. Apesar de todos os erros (não vou falar deles) gosto da coincidência de sermos os primeiros campeões num campeonato disputado com apoio do VAR.
4. Fomos campeões sem metáforas e sem “neovocabulário”. Não ha cá “carrega”, nem “rumo”, nem “dá-me”, nem sequer aquela coisa do “Ferrari” e do retrovisor. Eu só dizia uma coisa muito simples e nada presunçosa - “eu quero o PORTO campeão!”.
5. E somos!

PS. Um abraço a muitos que se me têm dirigido e que, na sua tristeza (talvez mais conformismo e fair-play) sabem como estou contente.

#Saladejogos

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Ainda não

Vou ser franco. Não gosto desta festa. Não tem nada a ver com ser sonso.
Quando temos dois jogos e falta apenas 1 ponto (se os nossos rivais empatarem - o que nem é um resultado impossível - até pode nem faltar nenhum) seria absurdo não reconhecer que está próximo o momento. Mas eu não gosto desta festa.

Uma coisa é festejar uma vitória difícil e quase decisiva na Madeira (como também foi a da Luz há duas jornadas). Outra coisa é festejar um título que ainda não conquistámos. E uma coisa é festejar para dentro (entre os nossos) outra coisa é exibir para fora uma festa que ainda não se justifica. Ainda não. É esta a expressão.
PS. Apreciei (é quase um paradoxo) que o Porto Canal - sim o Porto Canal - não tivesse embarcado nos directos da chegada da nossa equipa ao aeroporto. É que “ainda não”.

#Saladejogos

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Normal?

1. Faltam 4 jornadas. Temos mais 2 pontos. A vantagem no confronto directo é nossa.
2. Jogo intenso, dividido e incerto. Ganhar um jogo destes com um golo aos 90 é um tónico que nos estava a faltar.
3. Ter sido o Herrera, com um remate impedioso, de braçadeira e mesmo a fechar a partida é mais do que justo. Não podia ser mais justo.
4. Há 5 anos, um jogo destes, a esta
distância do fim do campeonato, e com o carácter quase decisivo que tinha, seria normal conhecer um desfecho como o de hoje. Espero que o resultado de hoje seja o regresso tão desejado a esse Porto “normal”. Sem presunção, é isso que espero.
5. Nós - os adeptos - merecemos muito voltar a “viver” o Porto campeão. Muito mesmo. Mas ainda falta.

#Saladejogos

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Sempre contigo


1. Já não escrevia sobre o meu Porto há uns tempos. Mas hoje tinha que vir aqui.
2. Foi tudo mau. Começou no 11 (há jogadores que não são nem nunca serão para estes jogos). Passou pela falta de vontade (talvez tenha sido presunção). E culminou com o resultado, como é óbvio.
3. Foi uma humilhação. Mas nos oitavos da Champions. E contra o Liverpool.
4. Costumamos cantar no estádio um cântico que reza assim “sempre contigo allez”. E por isso estarei em Anfield.



#Saladejogos

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

3 pontos


1. Jogo difícil. Adversário ultra competitivo. Nada previsível. Percebe-se bem porque foi “só” o segundo classificado do campeonato alemão.

2. Fizemos o segundo quando estávamos à procura dele. Não caiu do céu. Mas nem sempre, mesmo quando o merecemos e procuramos, o golo aparece.

3. 3 pontos contra uma equipa alemã num jogo de Champions são 3 pontos contra uma equipa alemã num jogo de Champions. E o resto é conversa.

#Saladejogos

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Olhem que eu acredito

Há uma certa italianização de Portugal que me agrada e que contrasta com os velhos tempos.
Sim. Eu sou do tempo em que invariavelmente víamos os outros nas grandes competições. Sou do tempo em que até jogávamos bem mas não conseguíamos ganhar, marcar, passar (quem ganhava, marcava, passava, eram as Itálias, as Alemanhas, as Holandas)....
Hoje não. Hoje nós estamos sempre lá. Somos incrivelmente competitivos. Marcamos mesmo quando parece que nem merecemos. Aparecemos fortes quando é mais preciso. Ganhamos, marcamos, passamos.
Agora a Rússia? Olhem que eu acredito.

#Saladejogos

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Pode ter sido (ainda) mais importante

1. Há várias coisas de que gostei na jornada de hoje. Desde logo a vitória, os 3 pontos e a receita, claro.
2. Depois, gostei muito (tenho sempre essa esperança) do resgate de alguns jogadores (Sérgio Oliveira à cabeça, mas também Herrera e o Marega - este já mais consolidado desde o início do ano).
3. Gostei também do regresso do Porto à sua condição natural de equipa de Champions. Não podemos ceder à tentação de desprezar uma fase de grupos (é quase como negar a nossa identidade e é defraudar o respeito que os demais projectam em nós). Neste particular ainda nos distinguimos internamente, e isso é um activo a salvaguardar.
4. E, não menos importante, gostei muito porque representou uma espécie de reconciliação com o nosso modelo. Sempre foi assim que crescemos. Como clube. Como equipa. Como plantel de valores individuais em ascensão.
5. O jogo e o resultado de hoje podem ter sido mais importantes do que parece. Oxalá.


#Saladejogos

Sérgio


1. Noite de Champions e Porto. Noite de Champions e Porto (tinha que repetir). É assim que se cresce.
2. Ganhar fora ao campeão francês é sempre de sublinhar. E o Mónaco do Leonardo só serve para engrandecer a nossa jornada.
3. 3-0. Como da outra vez. Fez todo o sentido.
4. O Sérgio (os dois, mas refiro-me ao Conceição) merece esta reentrada na Champions. Pensou bem, mexeu bem e foi feliz. Merece.
5. Eu gostei do 11, das soluções que o banco oferecia e da entrega de todos. Sim, do Herrera. Sim, do Marega (o que desprezavam...). E sim, do Sérgio (o Oliveira).
6. O Aboubakar marcou dois golos? Certo. O Brahimi esteve bem? Certo. Como quase todos os demais. Mas eu regresso ao Sérgio (o Conceição). É nossa esta vitória. Mas é muito dele.


#Saladejogos

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Foi mau


1. Não foi justo, dirão (ou tenderemos) a dizer. Mas foi.
2. Nos primeiros 45 minutos não nos apresentámos com um mínimo de intensidade. Zero. E quando do outro lado está uma equipa turca é o mesmo que oferecer o jogo.
3. Não foi um banho (turco, esqueçam a graca). Mas foram demasiadas as abébias. Entre os postes (Iker, aquela bola não podia entrar!). Nas laterais (Telles em modo Juventus, Ricardo não aparece). Em quase todas as disputas (nem sei quantos passes falhámos, entre previsíveis e arriscados). 
4. Enfim. Foi mau.


#Saladejogos

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Viver

- Eu não passo sem a aspirina.
- Comigo é mais o Lexotan.
- Para viver? Guronsan. Fundamental.
- Esqueçam. Dragão. Cada ida ao Dragão é menos 10 idas à farmácia. Não há melhor terapia.
- E como é que fazes nos meses de Junho e Julho?
- Pois. Sobrevivo.



#Saladejogos

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Investigação à minha viagem ao Euro 2016

- Estás nervoso?
- Pá, sinceramente, estou só ansioso. Tenho a certeza que vamos a Paris.
- Vamos mesmo? O País de Gales fez um jogão contra a Bélgica …
- Tenho a certeza. E até devíamos ver como é que é de aviões. O mais importante era tratarmos da ida. O regresso logo se vê.
- És maluco, vamos gastar assim dinheiro, antes de termos a certeza?
- Deixa ver os preços. Olha, para Paris pela Ryanair, no dia 10 de manhã, se comprarmos agora fica por € 70. Arriscamos?
- Estou a sentir a pressão.
- Já agora deixa ver o regresso. Ui, esquece. Só se formos mesmo. O regresso está por quase € 300. Já percorri todas as alternativas.
- Fica à tua responsabilidade. Compramos o bilhete de ida. Se perdermos, foram € 70 (dói, mas não deita um gajo abaixo).
- Não vamos perder. Tenho a certeza. E vamos ser campeões. E vamos estar lá!
- Deus te ouça. Mas e como é que é de bilhetes para o jogo?
- Nem te digo os preços. O mais barato custa só € 300. Quer dizer, há uns a € 80, mas são pouquíssimos e não tenho esperança de os conseguir. Depois só há a € 300, € 600 e € 900.
- Caneco, até dói!
- É isso, vale o caneco. Vais ver.
- Avançamos?
- Avançamos. € 70. Bilhete de avião para Paris já cá canta. Agora eles fazem a outra parte (ganhar ao País de Gales) e só (este só é meio sonso) temos de tratar do bilhete de regresso e do bilhete para o jogo (o tal a € 300 … chiça!).
- Estou aqui a ver, e se há pouco ainda havia 12 lugares no avião de regresso mais barato, agora só há 6. Ainda nos vamos tramar.
- Fazemos assim. Pedimos à Joana (eu falo com ela, que não se importa) que esteja on-line, com tudo seleccionado, durante o jogo. Quando a coisa estiver resolvida em campo ligamos-lhe e é só carregar no «enter». Ela faz-nos isso com gosto.
- Bem pensado.
- Até já estou a sentir a jornada (o aeroporto, a viagem, a cidade, o estádio, o caneco – sim, o caneco, que eu vou lá para o trazer para «o nosso Portugal»).
- (…)
- Liga à Joana!
- Mas ainda faltam 15 minutos para acabar o jogo …
- Já ninguém nos tira da final! Liga à Joana! Ela que carregue no «enter»!
- Pronto. Só em aviões foi uma fortuna. Mas agora vamos mesmo. Ida na madrugada de dia 10. Regresso na madrugada de dia 11. Espero que com o caneco.
- Boa. Agora vou tratar dos bilhetes para o jogo. Vai ser uma bela aventura. E se só conseguirmos os de € 600, vamos na mesma?
- Pá, temos de conseguir os de € 300.
- Eu sei que é uma loucura, mas isto é uma vez na vida. Vamos ser campeões da Europa e nós vamos lá estar!
- Trata mas é dos bilhetes.
- Já estou a tratar. Estou à espera que me confirmem. Mas, entretanto, o Gonçalo (de Londres) e o Manel (de Bruxelas) conseguiram 4 bilhetes cada um pelo site da UEFA. São os de € 300. Dizem que me dispensam 2. Fica já arrumado?
- Claro!
- Fechado!

E assim fomos a Paris.
Sem a Galp, ou a PT, ou o BES, ou a Caixa. Porque não somos membros do Governo. Ou deputados. Ou pseudo VIP’s.
Fomos como adeptos. No meio dos nossos. Como pessoas normais. Que sabem o que custa a entrega. Cada fatia de pizza ou cada cachorro, cada bilhete de metro para chegar e regressar do estádio, cada cerveja. Tudo do próprio bolso.

Não fazem ideia de como a vida sabe muito melhor assim.

E assim foi a minha viagem ao Euro 2016.

#Escritório
#Saladeestar
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segunda-feira, 10 de julho de 2017

Eu por acaso continuo a festejar

Eu por acaso sempre disse que ia à final. Eu por acaso se tivesse que escolher uma final era aquela. Eu por acaso se tivesse que escolher uma cidade era aquela. Eu por acaso se tivesse que escolher um adversário era aquele. Eu por acaso se tivesse que escolher um filme era aquele. Eu por acaso até a lesão, até a substituição, até o prolongamento, até o protagonista, teria escolhido. Eu por acaso nunca me senti tão representado como naquele remate. Eu por acaso sempre achei que íamos ganhar mesmo. Eu por acaso, mesmo um ano depois, ainda revivo aquele momento como se tivesse sido ontem. Eu por acaso acho que éramos melhores.



Eu por acaso acho que não foi por acaso.

#Saladejogos

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Das escutas aos e-mails

Há sempre dois grupos. Os que se dedicam a indignar-se com a forma. E os que se dedicam a indignar-se com o conteúdo.
Há uns anos tivemos as escutas. E lá tivemos o grupo que se dedicou a discutir a ilegalidade da forma («é ilegal!», zurziam, «não valem como prova», esbracejavam). E depois tivemos o grupo da substância, que insistia na indignação quanto ao que se testemunhava naquelas conversas gravadas («se fosse o meu clube, eu tinha vergonha!», «ganhar assim, não quero!», ouvíamos à boca cheia).

Hoje temos os e-mails (até ver, porque há ameaças de mais revelações). Pois lá temos o grupo que só fala de quão grave é a violação do correio privado («é gravíssimo num Estado de direito!», «é preciso apurar como é possível a violação de correspondência privada!», dizem pelos canais costumeiros). E, naturalmente, forma-se o outro grupo, o da substância, que se indigna com o que as conversas revelam («está lá tudo!», «é uma rede instalada de corrupção»!).

O curioso é que entre ontem e hoje são (quase todos) os mesmos. Se olharmos aos da forma e aos da substância, estão lá os mesmos. A diferença – pequena diferença – é que trocaram de lado.

Eu declaro-me já, para que não sobejem dúvidas. Das escutas aos e-mails, acho indigna a violação «formal» num Estado de direito, e envergonha-me a substância (que no que revela, é rigorosamente a mesma!).


Para muito boa gente, não é fácil reconhecer isto.

#Saladejogos

terça-feira, 6 de junho de 2017

Sérgio Conceição

1.    Foi o escolhido, passou a ser a minha escolha. A primeira.
2.    Não padecerá de falta de identificação com o clube e com os adeptos, nem nos exasperará com frases feitas, repetitivas, sensaboronas.
3.    O perfil recomenda parcimónia no «campeonato» da comunicação. Eu começaria por acabar com metade das conferências de imprensa. E reduzia a um terço (em tempo e em dias) as presenças dos jornalistas nos treinos.
4.    Se for incontornável a exigência dos sponsors, encontrem outros protagonistas para justificar as garrafinhas de publicidade à frente dos microfones.
5.    Só espero que os jogadores se entreguem e se identifiquem. Se houver sintonia, disciplina e organização, pode acontecer.
6.    O Porto, mesmo destroçado e depois de 4 anos a seco, é muito mais forte do que imaginam.


PS. Ia dizer que, em 1998, quando o Sérgio Conceição saiu do Porto para a Lázio, tinha escrito um post no Facebook a dizer que regressaria daí a duas décadas para ser o nosso treinador. Depois lembrei-me que ainda não havia Facebook. E às tantas é ridículo esse jogo do «eu sempre disse» ou «eu sabia» ou, na versão presunçosa, «se me dessem ouvidos».

#Saladejogos