19 anos. É inacreditável a última vez naquela varanda ter sido há 19 anos. Inacreditável.
segunda-feira, 14 de maio de 2018
A festa (III)
- E hoje onde foste?
- Fui a uma festa com os meus filhos.
- Não percebi. Foste a uma festa com os teus filhos ou foste fazer uma festa com os teus filhos?
- Isso.
- Isso o quê?
- Fui a uma festa com os meus filhos e fiz uma festa com os meus filhos.
A festa (II)
Pode ser uma mega produção, com palcos, ecrãs, colunas e muita sofisticação.
Mas a militância é que interessa.
E não há varanda como a nossa.
terça-feira, 8 de maio de 2018
E somos
1. Soa quase a capricho mas eu preferia festejar a conquista matemática do título ao som de um golo nosso. Eu preferia que o momento matemático não tivesse sido no sofá ...
2. Eu não domino as estatísticas todas mas tenho ideia do essencial. Passámos o campeonato quase todo na liderança, fomos mais competentes nos jogos com os rivais directos, marcámos mais golos e sofremos menos. E não soçobrámos na recta final. Foi justo.
3. Apesar de todos os erros (não vou falar deles) gosto da coincidência de sermos os primeiros campeões num campeonato disputado com apoio do VAR.
4. Fomos campeões sem metáforas e sem “neovocabulário”. Não ha cá “carrega”, nem “rumo”, nem “dá-me”, nem sequer aquela coisa do “Ferrari” e do retrovisor. Eu só dizia uma coisa muito simples e nada presunçosa - “eu quero o PORTO campeão!”.
5. E somos!
PS. Um abraço a muitos que se me têm dirigido e que, na sua tristeza (talvez mais conformismo e fair-play) sabem como estou contente.
#Saladejogos
quinta-feira, 3 de maio de 2018
Presunção de vergonha
Nesta nova senda dos «envergonhados» presumo que o João Galamba e o Carlos César se sintam envergonhados pela falta de vergonha de João Galamba e Carlos César até anteontem. Presumivelmente.
#Escritório
terça-feira, 1 de maio de 2018
Gare ao abandono
Em primeiro lugar (soa bem esta do “em primeiro lugar”) a recepção à equipa devia ter sido na parte de fora do aeroporto. Nunca lá dentro (apetece dizer que “Portugal não é a Grécia”).
Depois, toda esta adesão estava “anunciada” e era antecipável. Não se compreende a falta de comparência das forças de segurança para orientar aquele momento colectivo.
Finalmente é sempre triste constatar a selvajaria e a indigência de uns quantos. Não confundo os efeitos de um ajuntamento de muita gente (em que até pode haver danos e sujidade) com o que é simplesmente criminalidade e selvajaria.
Os “maus tratos” à gare do aeroporto e os roubos nas lojas eram evitáveis. Pode e deve ser assacada a responsabilidade aos seus autores em primeiro lugar (gosto mesmo de dizer “em primeiro lugar”). Mas não ponham de fora as forças de segurança. Cabe na cabeça de alguém que a gare estivesse ao abandono?
#Saladeestar
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