quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Catalunha e eleições (IV)


Já aqui disse – e reitero – que acho que não devo ter «lado» porque não me sinto habilitado a compreender inteiramente nem a aspiração independentista catalã nem a convicção autonomista com a integração no Estado espanhol (o que é diferente de poder achar, como acho, que para Portugal e para a Europa a independência da Catalunha se afigura melindrosa e pouco recomendável).
Mas eu não confundo. E gostava que não me confundissem. Até porque desde logo eu não vejo uma pretensão independentista como sendo de esquerda ou de direita. E estou convencido que (como confessou o Francisco Mendes da Silva) também eu seria fraco o suficiente para «torcer» pela independência se o Puidgemont trocasse de lado com a inspiradora Inés Arrimadas (para verem quão fortes são as minhas convicções sobre o tema).


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